Mostrando postagens com marcador doença de parkinson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador doença de parkinson. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Estudo relaciona Parkinson e melanoma

Um estudo publicado na revista “Neurology”, resultante da análise de vários trabalhos, revelou que as pessoas com doença de Parkinson têm um risco significativamente maior de desenvolver melanoma, o tipo mais perigoso e letal de cancro da pele.

Segundo Honglei Chen, cientista do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental dos EUA e líder desta investigação, os estudos anteriormente realizados para relacionar ambas as doenças “não foram conclusivos”. Dadas estas incertezas, o grupo de cientistas quis explorar um grupo maior de estudos para verificar se a relação entre as patologias seria consistente.
A investigação baseou-se em 12 estudos, realizados entre 1965 e 2010, que analisavam a possível associação entre a doença de Parkinson e o melanoma. Na maioria das conclusões, o número de pacientes que sofria de Parkinson e de melanoma, ao mesmo tempo, não ultrapassava os dez casos, mas a análise global põe claramente em evidência a existência de uma relação entre as duas doenças.

O novo estudo verificou que os homens com a doença de Parkinson tinham o dobro da probabilidade de apresentar melanoma, em comparação com o restante da população, enquanto as mulheres na mesma situação foram 1,5 vezes mais propensas. Não foi encontrada, porém, uma relação clara entre Parkinson e cancro da pele do tipo não-melanoma.

"Os pacientes que sofrem de Parkinson têm em geral menos riscos de contrair um cancro, em particular os relacionados com o tabagismo, mas podem ter um risco maior de melanoma", resumiu Honglei Chen, acrescentando que "uma das explicações possíveis para esta relação entre Parkinson e melanoma é que as duas doenças podem ter em comum factores de risco genéticos ou ambientais”. O investigador sublinhou também que, “no entanto, o conhecimento desta ligação é muito preliminar”.

Fonte: Ciência Hoje

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Alto colesterol ligado também à Parkinson

Estudo realizado por cientistas finlandeses revelou que altos níveis de colesterol estão ligados a um risco maior no desenvolvimento de Parkinson. A pesquisa analisou a relação entre um grupo de 24.773 homens e 26.153 mulheres, com idades de 25 a 74 anos.

No total, 321 homens e 304 mulheres apresentaram a doença durante uma média de 18 anos. Em comparação aos pacientes com baixos níveis de colesterol, aqueles que apresentaram altos tinham 86% a mais de chances de desenvolver a doença.

A época de maior risco, segundo o estudo, vai dos 24 até os 54 anos. No entanto, os especialistas afirmam que nenhuma ligação foi descoberta entre os pacientes com 55 anos ou mais.

fonte: SRZD

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Vídeogame Wii da Nintendo é usado como terapia para Mal de Parkinson

Não é apenas a vida dos nerds que o vidogame Wii, da Nintendo, está revolucionando. O único game com sensor de movimento do mercado está ajudando no tratamento de pacientes com Mal de Parkinson. O jogo está sendo usado como terapia ocupacional de 30 pacientes do Medical College of Georgia, que sofrem da doença que afeta tarefas cotidianas.

A terapia ocupacional mostra como a doença afeta o paciente na sua vida como um todo, da forma psicológica, cognitiva, sensorial e motora - diz o médico Ben Herz, professor-assistente de terapia ocupacional da School of Allied Health Sciences.

Embora a terapia ocupacional seja freqüentemente usada no tratamento de pacientes de Parkinson, são necessárias provas de sua efetividade a curto ou longo prazo - diz o Dr. Hertz. - Esperamos mostrar um retardamento na progressão da doença e uma diminuição da medicação, com intensificação das funções. Se conseguirmos ensinar os pacientes a se exercitarem e a realizar atividades funcionais, talvez consigamos fazer com que tomem menos remédios. Os participantes do estudo são divididos em um grupo que participa da terapia ocupacional e em outro que não. Cada doente encontra individualmente um terapeuta ocupacional, uma hora por semana, por oito semanas.

Os participantes dos dois grupos passam por testes funcionais e estandartizados e têm uma escala de qualidade de vida avaliada antes e depois do início da terapia, e mais uma vez quatro meses depois. O grupo controlado tem a opção de passar pela terapia depois da segunda avaliação.


fonte: Dataworks