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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Aspirina diminuiria risco de Alzheimer

  • O uso regular de aspirinas e outros medicamentos contra a dor pode diminuir o risco das pessoas desenvolverem Alzheimer. A afirmação é de estudo publicado nesta quarta-feira na revista Neurology.


Pesquisadores da Universidade John Hopkins, na cidade americana de Baltimore, analisaram dados de seis estudos sobre 13.499 pessoas, dividas em grupos que receberam ou não as drogas. Entre aquelas que tomaram remédios como aspirina, ou com os princípios ativos buprofeno e naproxeno, o risco de desenvolver a doença foi 23% menor.

Embora os diferentes tipos de drogas contra a dor tenham propriedades variadas, elas tiveram essencialmente a mesma ação na redução do risco, disseram os pesquisadores. Eles alertam, porém, que o uso dessas drogas para precaver a doença não deve ser feito até que novos estudos sejam realizados.

O Alzheimer é uma das doenças degenerativas mais comuns em pessoas idosas.A ciência ainda tenta entender suas causas e de que fatores de risco podem ser eliminados.

fonte: Veja

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Cilostazol teria os mesmo efeitos benéficos da aspirina, mas com menos riscos

  • Um estudo realizado na China indica que o remédio anticoagulante cilostazol é tão eficaz quanto a aspirina na prevenção de acidentes vasculares cerebrais (AVC) recorrentes e apresenta, ao mesmo tempo, menos riscos de hemorragia.

Segundo esse estudo, publicado na revista "The Lancet Neurology", o cilostazol poderia ser uma boa alternativa para os pacientes chineses que / freram AVC, e seria preciso estudar seus efeitos em outras populações.

Os AVC são a segunda maior causa de mortalidade na China, e afetam cerca de sete milhões de pessoas em todo o país.

A aspirina é eficaz para prevenir os acidentes vasculares cerebrais secundários e foi utilizado em 89% dos pacientes.

No entanto, as populações asiáticas têm maior risco do que outras de sofrer hemorragias cerebrais em conseqüência do uso da aspirina, e esse tipo de episódio é mais freqüente na China do que nos países ricos.

O cilostazol é um remédio alternativo que funciona graças a outros mecanismos. O doutor Yining Huang, do Departamento de Neurologia do Primeiro Hospital Universitário de Pequim e sua equipe compararam em pacientes humanos a eficácia e a segurança dos dois medicamentos.

Os testes tiveram a participação de pacientes de pouco mais de 60 anos, e 360 deles receberam cilostazol, enquanto 359 tomaram aspirina.

Os pacientes dos dois grupos usaram o respectivo medicamento durante um prazo de entre doze e dezoito meses, e no final foi medida a recorrência de AVC.

Doze pacientes do grupo que recebeu o cilostazol tiveram uma recorrência de AVC, frente a 20 do grupo que só tomou aspirina, o que representa uma redução de 38% do risco entre os primeiros.

Esse resultado não é estatisticamente significativo, e só pode ser descrito como uma tendência.

No entanto, afirma o "Lancet Neurology", os episódios de hemorragias cerebrais foram também muito menores no primeiro grupo - só um paciente foi afetado - que no outro - com sete pacientes.

fonte: Último Segundo