Fonte: Viver Mente e Cérebro
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domingo, 24 de abril de 2011
Interrupções prejudicam memória de curto prazo em idosos
Fonte: Viver Mente e Cérebro
Tamanho do cérebro pode estar relacionado a desenvolvimento de Alzheimer
Washington (EUA) - Uma pesquisa traz esperança para a prevenção do mal de Alzheimer. Pesquisadores da Escola Médica de Harvard observaram por um período de sete a onze anos o cérebros de diversos voluntários. Eles não apresentavam nenhum tipo de problema de memória no início do estudo.
Comparação entre o cérebro sadio (esquerda) e o com Alzheimer (direita) | Foto: Reprodução Internet
De acordo com a conclusão da pesquisa, divulgada nesta semana em uma revista da Academia Americana de Neurologia, 55% dos voluntários que tinham cérebros menores no início da pesquisa desenvolveram a doença. Enquanto isso, nenhuma pessoa do grupo de pessoas com tamanhos maiores avançou para o quadro de enfermidade. O Alzheimer também avançou em 20% dos colaboradores que tinham cérebros considerados de tamanho médio.
Desta forma, os pesquisadores concluíram que pessoas com cérebros menores têm três vezes mais propensão a desenvolver o Alzheimer os 10 anos seguintes do que aqueles com áreas maiores. Assim, o estudo pode contribuir para a prevenção da doença.
Fonte: O Dia
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Fumantes de meia idade correm mais risco de demência
Pessoas de meia idade que fumam regularmente e são também diabéticas ou sofrem de pressão alta tem muito mais propensão a desenvolverem mal de Alzheimer ou outras formas de demência, segundo um estudo publicado pelo Jornal Britânico de Neurologia, Neurocirurgia e Psiquiatria.
Fumantes com idades entre 46 e 70 anos aumentam em até 70% os riscos de desenvolverem perda de memória crônica. Os diabéticos e fumantes mais do que dobram os riscos de terem demência por causa da sua condição, enquanto fumantes com pressão alta aumentam em 60% seus riscos em comparação com pessoas sãs, conforme explica um artigo do jornal The Guardian.
A pesquisa britânica aconselha que os fumantes de meia idade devem deixar imediatamente o hábito e mudar seu estilo de vida para ajudar no controle das duas condições médicas, a fim de diminuir os riscos de sucumbirem a doenças de desgaste mental incuráveis.
O estudo não encontrou evidências de relação entre obesidade e colesterol alto com demência.
Em declaração ao jornal The Guardian, Neil Hunt, diretor da Alzheimer Society, afirmou que "a demência é um dos maiores medos das pessoas em idades mais avançadas, mas poucas percebem que existem coisas que podem ser feitas para reduzir o risco de desenvolver esta condição devastadora".
"Este estudo fortalece as evidências de que um coração saudável significa um cérebro saudável", acrescentou.
fonte: Terra
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Estudo associa consumo de morangos a um menor declínio cognitivo
Um estudo do Projeto Chicago de Envelhecimento Saudável, por exemplo, indicou que idosos que comem morangos pelo menos uma vez por mês têm menor declínio cognitivo. Da mesma forma, outro trabalho apresentado mostrou que mulheres que consomem mais de uma porção dessas frutas por mês teriam 16,2% menor taxa de declínio cognitivo do que aquelas que ingeriam menos morangos.
Os especialistas explicam que as propriedades anti-inflamatórias dos morangos e seus componentes antioxidantes podem ser os responsáveis pela proteção, pois acredita-se que maioria dos processos das doenças começa através de inflamação e oxidação, que danificam as células. “Membranas saudáveis das células nervosas promovem ótima comunicação dentro do cérebro e do sistema nervoso, então prevenir os danos causados pela inflamação e oxidação é essencial”, concluíram.
fonte: Boa Saúde
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Como manter habilidades cognitivas na terceira idade
Envelhecer não implica necessariamente na perda da função cognitiva. Um novo estudo, publicado na edição de junho da Neurology, revelou que características e hábitos de vida e cuidados com a saúde estão fortemente associados à manutenção das capacidades intelectuais de idosos.
Durante oito anos pesquisadores acompanharam 2.500 pessoas com idades entre 70 e 79 anos, e as submeteram a vários testes de habilidades cognitivas, sendo que muitos dos participantes já apresentavam declínio na função cognitiva. Durante a pesquisa, 53% dos voluntários apresentaram declínio considerado normal conforme envelheciam e 16% mostraram prejuízo cognitivo mais acentuado. No entanto, 30% dos participantes não apresentaram mudanças em seu desempenho nos testes ao longo dos anos. Os pesquisadores examinaram então quais fatores diferenciam as pessoas que mantiveram as habilidades cognitivas das que perderam algumas habilidades.
Idosos que se exercitam pelo menos uma vez na semana, possuem no mínimo ensino médio completo, um bom nível de instrução, não fumam e levam uma vida social ativa são mais propensos a manter a função cognitiva na velhice.
Para a autora do estudo Alexandra Fiocco, da Universidade da Califórnia, em São Francisco, muitos dos hábitos prejudiciais podem ser mudados. Segundo ela, descobrir fatores associados à manutenção da cognição que favorecem ou retardam o início da demência faz com que as próprias pessoas se responsabilizem, ao menos em parte, pela qualidade de seu processo de envelhecimento. "Além disso, esses resultados podem ajudar a entender os mecanismos envolvidos no envelhecimento saudável", afirma a pesquisadora.
fonte: O Pantaneiro
Habilidade linguística protege contra Alzheimer
Os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, destacam que os cientistas há muito se perguntam por que algumas pessoas com placas e emaranhados no cérebro – características do Alzheimer – tem suas habilidades mentais intactas durante toda a vida.
No novo estudo, os cientistas avaliaram amostras do cérebro de 38 freiras católicas falecidas – dez com doença de Alzheimer assintomática no momento da morte, dez que tinham manifestação da doença, cinco com distúrbio cognitivo leve e 13 sem problemas cognitivos ou lesões cerebrais – e a redação de 14 delas, escritas quando tinham cerca de 20 anos de idade.
Segundo os autores, as redações da juventude daquelas que tinham a doença sem manifestação dos sintomas eram mais densas em ideias (média de ideias expressas a cada dez palavras), em comparação com os textos das freiras que acabaram tendo doença de Alzheimer ou problema cognitivo leve. Mas não houve diferenças significativas na complexidade gramatical entre as redações.
Além disso, as análises indicaram que as freiras do primeiro grupo – que apresentavam as características da doença, mas não manifestavam sintomas – tinham neurônios maiores, com maiores núcleos e nucléolos, do que aquelas com distúrbio cognitivo leve. E aquelas com a doença de Alzheimer manifesta apresentaram um "encolhimento" dos neurônios em relação ao grupo controle.
Os pesquisadores destacam que o estudo mostra a capacidade do cérebro de se adaptar e se modificar para compensar a doença. "É possível que os neurônios se tornem maiores para compensar o dano feito pelas proteínas tóxicas produzidas na doença de Alzheimer", explicam os autores. "Enquanto o núcleo e o nucléolo da célula podem aumentar porque eles fazem mais DNA e RNA para reparar esse dano", concluem.
Embora o estudo seja pequeno, os cientistas revelam estarem fascinados com a possibilidade de as habilidades mentais aos 20 anos de idade indicarem a capacidade de o cérebro resistir a certas doenças neurodegenerativas mais tarde. Porém, mais estudos são necessários para confirmação.
fonte: GazetaWeb
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Busca na Internet estimula mais o cérebro do que livros
Na imagem do exame dá para ver a diferença entre o cérebro de quem já está acostumado a buscar na Internet e de quem é iniciante na atividade (verifique a imagem no artigo original).
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Naproxen e celecoxib não melhoram função cognitiva em idosos
De acordo com a investigação efectuada na Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Maryland, (Estados Unidos), o uso de naproxen ou celecoxib não melhorou a função cognitiva, demonstrando pouca evidência de efeito deletério para o naproxen.
Segundo explicaram os investigadores, as limitações para este estudo incluem a interrupção do estudo devido a preocupações emergentes com relação à segurança cardiovascular com os antiinflamatórios não-esteroidais.
“O acompanhamento contínuo dos participantes do estudo, mesmo após a finalização do tratamento, parece interessante para avaliar os efeitos desse com relação ao tempo de exposição. No entanto, não sugerimos o uso destas drogas como prevenção da doença de Alzheimer no momento”, sintetizaram.
O estudo randomizado, duplo-cego, de prevenção farmacológica incluiu homens e mulheres com 70 anos ou mais de idade com história familiar de doença de Alzheimer que foram conduzidos a seis clínicas americanas.
fonte: farmacia.com.pt
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Estudo sugere que bebês amamentados ao seio têm desenvolvimento cognitivo superior aos demais
Michael S. Kramer, MD; Frances Aboud, PhD; Elena Mironova, MSc; Irina Vanilovich, MD, MSc; Robert W. Platt, PhD; Lidia Matush, MD, MSc; Sergei Igumnov, MD, PhD; Eric Fombonne, MD; Natalia Bogdanovich, MD, MSc; Thierry Ducruet, MSc; Jean-Paul Collet, MD, PhD; Beverley Chalmers, DSc, PhD; Ellen Hodnett, PhD; Sergei Davidovsky, MD, MSc; Oleg Skugarevsky, MD, PhD; Oleg Trofimovich, BSc; Ludmila Kozlova, BSc; Stanley Shapiro, PhD; for the Promotion of Breastfeeding Intervention Trial (PROBIT) Study Group
Arch Gen Psychiatry. 2008;65(5):578-584.
Context The evidence that breastfeeding improves cognitive development is based almost entirely on observational studies and is thus prone to confounding by subtle behavioral differences in the breastfeeding mother's behavior or her interaction with the infant.
Objective To assess whether prolonged and exclusive breastfeeding improves children's cognitive ability at age 6.5 years.
Design Cluster-randomized trial, with enrollment from June 17, 1996, to December 31, 1997, and follow-up from December 21, 2002, to April 27, 2005.
Setting Thirty-one Belarussian maternity hospitals and their affiliated polyclinics.
Participants A total of 17 046 healthy breastfeeding infants were enrolled, of whom 13 889 (81.5%) were followed up at age 6.5 years.
Intervention Breastfeeding promotion intervention modeled on the Baby-Friendly Hospital Initiative by the World Health Organization and UNICEF.
Main Outcome Measures Subtest and IQ scores on the Wechsler Abbreviated Scales of Intelligence, and teacher evaluations of academic performance in reading, writing, mathematics, and other subjects.
Results The experimental intervention led to a large increase in exclusive breastfeeding at age 3 months (43.3% for the experimental group vs 6.4% for the control group; P < .001) and a significantly higher prevalence of any breastfeeding at all ages up to and including 12 months. The experimental group had higher means on all of the Wechsler Abbreviated Scales of Intelligence measures, with cluster-adjusted mean differences (95% confidence intervals) of +7.5 (+0.8 to +14.3) for verbal IQ, +2.9 (–3.3 to +9.1) for performance IQ, and +5.9 (–1.0 to +12.8) for full-scale IQ. Teachers' academic ratings were significantly higher in the experimental group for both reading and writing.
Conclusion These results, based on the largest randomized trial ever conducted in the area of human lactation, provide strong evidence that prolonged and exclusive breastfeeding improves children's cognitive development.
Trial Registration isrctn.org Identifier: ISRCTN37687716
Author Affiliations: Departments of Pediatrics (Drs Kramer, Platt, and Fombonne), Epidemiology and Biostatistics (Drs Kramer, Platt, Collet, and Shapiro and Mr Ducruet), Psychology (Dr Aboud), and Psychiatry (Dr Fombonne), McGill University, Montreal, Quebec, Canada; National Research and Applied Medicine Mother and Child Centre, Minsk, Belarus (Mss Mironova and Kozlova, Drs Vanilovich, Matush, Igumnov, Bogdanovich, Davidovsky, and Skugarevsky, and Mr Trofimovich); and Department of Epidemiology and Community Health, Queen's University, Kingston (Dr Chalmers) and Faculty of Nursing, University of Toronto, Toronto (Dr Hodnett), Ontario, Canada.